Perguntas para encontros on-line

O maior site de encontros, namoro, amizade e chat em Portugal. Felizes.pt é o melhor site de encontros para conhecer pessoas. Estas são boas perguntas para quebrar o gelo no primeiro encontro e levá-lo a um possível segundo, terceiro e mais encontros. Depois de alguns, a conversa vai fluir naturalmente! [sc:poder-na-conquista-depois-artigo] Quais dessas perguntas para o primeiro encontro você já utilizou alguma vez e recebeu uma resposta que não esperava? Desde hace 10 años, propone un espacio para buscar, encontrar y mantener relaciones paralelas. Un sitio similar, que también desembarcó en el país, es Ohhtel.com. Casual Date. Você não precisa usar essas perguntas. Essas perguntas não são mágicas e, certamente, não irão fazer as garotas ficarem doidas por você.. Elas são projetadas para dar uma pausa na interação e também ajudar a mulher a conversar mais, o que a estimula a dar mais valor e buscar sua aprovação.. Elas são ótimas para refinar seu jogo! No entanto, encontros on-line podem ser frustrante, especialmente para as mulheres que, mais frequentemente do que os homens, precisam lidar com mensagens rudes, perfis falsos, golpes e muito mais. Este pequeno passo-a-passo irá lhe mostrar como se dar bem (ou melhor) em encontros on-line, para que você possa conhecer as melhores pessoas, se ... Seja em brincadeiras de perguntas para amigos, na hora de jogar Verdade ou Desafio ou em uma conversa comum do dia a dia, é sempre bom pensar em perguntas criativas para deixar a interação mais legal e fugir do óbvio. Veja abaixo perguntas engraçadas para Verdade ou Desafio ou para usar como quebra gelo, garantindo assim tanto sua diversão como a de seus amigos: Disponibilizaremos todos os meses algumas questões para auxiliar no debate dos livros nos encontros. A ideia é que você, como anfitrião do encontro, possa utilizar essas perguntas para mediar o debate e dar início à discussão. Portanto, caso você ainda não tenha lido, avisamos que contém spoilers! Baixe e imprima para o seu encontro: Só que melhor. Em um vídeo publicado em seu canal do Youtube, a vlogueira ofereceu cinquenta perguntas e MEIA para fazer a qualquer pessoa que você acabou de conhecer, ou seja, perguntas para fazer para o crush. Veja: Graças à Happn, as mulheres agora estão confortáveis e com experiência em namoro online e abertas a conhecer homens online. O namoro on-line agora é a maneira número 1 pelas mulheres encontrar homens para encontros. Expirado em Sexo Casual. Eu tive muitos encontros no Happn e aplicativos semelhantes, e todos os meus amigos também. Se você quer saber o que conversar no primeiro encontro, aqui vai uma pergunta fora da caixinha para fazer: o que você não gosta de comer. Todo mundo pergunta sobre o que gostamos de comer, quais são as nossas comidas favoritas etc. Mas raramente perguntam o que não gostamos de comer, e isso pode ser explorado.

O que acontece ao meu portfólio se eu morrer?

2020.04.20 22:19 Miguel12321 O que acontece ao meu portfólio se eu morrer?

A minha mãe perguntou me isto e eu fiquei a toa, nunca pensei nisso 😂 ( pergunta um pouco estranha para a mãe fazer mas..)
Anyways, se alguém tiver alguma resposta.. aposto que encontro a resposta on-line mas achei engraçado publicar esta thread porque fiquei sem saber o que dizer e aposto que a maior parte também tem esta dúvida
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2019.11.20 02:02 camillohenrique O Manual secreto da Sugar Baby ​

O Manual secreto da Sugar Baby ​

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O Manual secreto da Sugar Baby ​
O Manual secreto da Sugar Baby – Como conquistar um homem rico ou Sugar Daddy é um curso completo online com muitas informações para sugar babies sobre onde conhecer homens ricos, como se portar e todos os cuidados nos relacionamentos sugar online online.
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Curso completo para você que quer ser uma sugar baby de sucesso!

O que você vai aprender?

O melhor e único conteúdo para gatrotas que querem conseguir ter sucesso com homens ricos.

Introdução

  • O que é o relacionamento sugar
  • O que é uma sugar babby
  • O que é um sugar daddy
  • Da pobreza para riqueza - A história de uma Sugar Baby

Módulo 1

  • Você poderia ser uma Sugar Baby?
  • Tudo sobre Sugar Baby
  • Uma história sobre Sugar Babies ao longo da história
  • A Sugar Baby moderna e o Relacionamento Sugar hoje em dia
  • Por que ser uma Sugar Baby?
  • ​O que você pode conseguir se for uma Sugar Baby?
  • Por que não ser uma Sugar Baby?
  • etc...

Módulo 2

  • Tornando-se uma Sugar Baby
  • Criando um Personagem, seu avatar
  • Criando seu perfil
  • Como ser uma Sugar Baby bem sucedida
  • A arma secreta da Sugar Baby
  • etc..

Módulo 3

  • Estágios de Vida de uma Sugar Baby
  • Sugar Baby Quando você tem + de 18
  • Sugar Baby em seus 20 anos
  • Sugar Baby em seus 30 anos
  • Sugar Baby em seus 40 anos ... e além
  • Uma nota especial para sugar babies mais velhas
  • etc..

Módulo 4

  • Sugar Daddies
  • Os 3 principais tipos de Sugar Daddies
  • Sugar Daddy Tipo # 1:
  • Sugar Daddy Tipo # 2:
  • Sugar Daddy Tipo # 3:
  • Homens casados no relacionamento sugar
  • Por que os homens casados pensam em ter uma Sugar Baby
  • Homens divorciados no relacionamento sugar
  • Porque um homem se torna Sugar Daddy?
  • O que os Sugar Daddies tem para oferecer!
  • etc...

Módulo 5

  • Como encontrar um Sugar Daddy em pessoa
  • Onde encontrar homens bem de vida financeiramente
  • Como se aproximar de um Sugar Daddy
  • etc...

Módulo 6

  • Como encontrar um Sugar Daddy on-line
  • Encontrando Sugar Daddies Online
  • Telefonemas
  • Seu primeiro encontro
  • Quando o Sugar Daddy não te dá o dados de contato
  • etc...

Módulo 7

  • Dinheiro e a Sugar Baby
  • Como Pedir Dinheiro para o Sugar Daddy
  • Não peça nada e você receberá nada!
  • Sugar Daddies que só dão presentes
  • Como conseguir um aumento
  • Como conseguir dinheiro para investimento
  • Quando seu Sugar Daddy diz não
  • Quando seu Sugar Daddy quer fazer verificação de despesas
  • etc...

Módulo 8

  • A Segurança da Sugar Baby
  • Sua segurança pessoal
  • Mantendo sua privacidade
  • Sua primeira vez juntos
  • etc...

Módulo 9

  • Mantendo seu relacionamento sugar
  • A regra número 1 de ser uma Sugar Baby
  • Mantendo-o estimulado e não da maneira que você pensa!
  • Mantendo-o estimulado e não da maneira que você pensa!
  • As belas artes da conversação
  • Sua aparência
  • Viajando Com Seu Sugar Daddy
  • Mantendo seu poder dinâmico
  • etc...

Módulo 10

  • Exclusividade?
  • Exclusividade com seu Sugar Daddy?
  • Como ter Vários Sugar Daddies
  • Viver na mesma cidade que o seu´s Sugar Daddy´s?
  • Casando com seu Sugar Daddy, sua segurança jurídica

Módulo 11

  • Problemas da Sugar Baby
  • Quando seu Sugar Daddy é egoísta, narcisista ou exigente
  • No armário - A sugar baby deve deveria sair ou não do armario?
  • Evitando o Stress
  • O Imposto de renda
  • etc...

Módulo 12

  • Como sair do negócio de Sugar Baby no tempo certo
  • Você não está ficando mais jovem
  • Quanto é o suficiente $$$ ?
  • Fazendo um plano de saída do relacionamento sugar
  • Abandonando seu Sugar Daddy
  • Quando seu sugar daddy te abandona
  • etc...

Conclusão

  • Agora que você terminou este curso, você deve ter uma boa visão do que significa ser uma Sugar Baby
  • etc...

Perguntas frequentes

  • Posso ser uma Sugar Baby se for gorda?
  • Eu preciso de implantes?
  • Preciso me depilar?
  • Eu posso ter uma Sugar Baby tiver tatuagens e piercings?
  • Eu preciso me bronzear?
  • E se eu estiver criando um perfil on-line e tiver tatuagens, piercings ou marcas de nascença grandes, como posso evitar ser reconhecida por familiares ou amigos fora do mundo sugar?
  • Quão reveladoras devem ser as fotos no meu perfil online?
  • E se ele está tendo mais de uma Sugar Baby de cada vez?
  • E se meu Daddy parou de me dar dinheiro, mas ainda insiste em se encontrar comigo?
  • https://manualsecretodasugarbaby.com/
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2019.11.07 03:25 Mustafasustenido Completei 30 anos, virei mago e isso me abalou profundamente

Caros colegas redditors.
Buscarei a melhor forma de contar essa história aqui e farei um TL;DR no fim, mas tentarei não deixá-la massiva.
Então... venho de uma família classe média alta onde o que mais tive foi amor e carinho.
Em minha adolescência viajei bastante pelo mundo com minha família, estudei em uma escola excelente, fiz muitos amigos (alguns hoje são meus irmãos de vida) e posso dizer que foi o melhor período de minha vida.
Porém nunca consegui me relacionar com nenhuma mulher. Terminei o ensino médio sem nunca ter dado um beijo. Só tendo encostado na mão de uma menina 1x e passando por dezenas de rejeições (perdi as contas da quantidade de vezes que me apaixonei e não fui correspondido).
Sei que isso, em partes, se explica pelo fato de eu ter sido o ser humano mais magro (com saúde) que já conheci. Sem entrar em muitos detalhes meu IMC era por volta 13, eu era literalmente só o osso. Mais de 1,80m e menos de 50 kg (muito tempo depois descobri que é simplesmente a genética, mesmo malhando existe uma barreira pra meu peso e cada segundo de sedentarismo me faz emagrecer), exames perfeitos. No fim da adolescência entrei pra academia e consegui um corpo magro normal, porém o estrago na minha autoestima já estava feito (apesar de eu ter convicção que a qualquer momento, naturalmente, as coisas aconteceriam e eu acharia alguma menina pra me relacionar).
Passei em uma das melhores faculdades do país, no curso que eu queria, saí de casa pra morar sozinho e estudar, tinha tudo pra minha vida continuar as mil maravilhas, mas encontrei meu primeiro problema. O local de estudo só tinha homens e, como eu não era muito de sair, me bateu um grande desespero de continuar BV por muito tempo, já que não teria contato com mulheres... Enfim, uma depressão apareceu e fiquei quase 2 anos praticamente na rotina casa-faculdade-casa (além de minha família ter colocado quase uma babá em minha casa, pra que eu pudesse ficar mais relaxado). Foi com sobras o pior período de minha vida, em momentos de crise não conseguia comer praticamente nada, em momentos normais eu tinha que empurrar cada refeição. Voltei pra um estado de muita magreza (IMC 14,5), parei de fazer atividades físicas... minha família percebia pouco porque, além da distância, meu desempenho continuou excelente. Meus amigos de infância estavam em outras cidades e meus amigos da faculdade não pareciam notar nada (até porque já me conheceram nesse estado).
Consegui começar a superar essa situação depois de um grave problema de saúde na família. Entendi que nada do que eu sentia se justificava com tanto sofrimento que eu estava vendo daquele ente querido próximo a partir. Tanto que, depois da sua morte meus pensamentos voltaram a funcionar quase que normalmente (algumas recaídas de vez em quando) e voltei a ter aquela certeza adolescente que a qualquer momento naturalmente eu ia encontrar uma parceira.
Resumindo bastante, terminei a faculdade e comecei a trabalhar numa das maiores empresas do país, em uma cidade média do Brasil. Em pouco tempo eu assumi uma função de gestão e hoje estou quase no topo da carreira. Além disso dou palestras periodicamente para centenas de pessoas e ministro um curso noturno na área em que sou referência. Minha remuneração é o equivalente a 1 carro popular a cada 2 meses.
Ah... não possuo redes sociais
O que vou falar agora pode ficar parecendo querer me "gabar", mas é só pra enaltecer a gravidade da situação e o quanto tudo pesa em mim.
Meu modelo de gestão virou referência na empresa (e no mercado em geral), por criar uma equipe "família" (tenho muita facilidade em analisar perfis de pessoas e criar ambientes de trabalho que funcionam de maneira leve), os funcionários da empresa simplesmente me vangloriam pela forma como eu levo as coisas e resolvo as situações. Um dia desses um antigo auxiliar de serviços gerais (o qual sempre incentivei [verbalmente e financeiramente] a terminar o curso que estava fazendo) que conseguiu vaga de assistente administrativo em outra empresa veio pessoalmente me agradecer (até uma lembrança me deu, que guardo com bastante carinho) por conta dos ensinamentos que passei pra ele, que, segundo o mesmo, "foram de grande importância para o crescimento na carreira dele".
Dou palestra pra centenas de pessoas por mês, pra falar sobre a área que domino e está em ascensão em todo o mundo. As palestras tem sido um sucesso, e a plateia aumenta a cada ciclo. Sempre tive muita facilidade pra falar (e prender a atenção das pessoas) em público.
Minhas aulas noturnas também correm de maneira bastante positiva. Sempre tive prazer em ensinar e ver o aprendizado de cada estudante (principalmente os que mais tem dificuldades) me dá uma sensação de dever cumprido muito grande.
Além disso tudo sou multi-instrumentista. A música é parte de mim e sempre quis compartilhar com o máximo de pessoas possível. Dessa forma, sou um dos fundadores (e professor) de um projeto comunitário com objetivo de transformar a vida das pessoas de uma maneira efetiva.
Dito isso, volto pra o ponto do desabafo do tópico.
Completei 30 anos, sou BV e, obviamente, virgem e isso vem me destruindo a cada dia que passa. Todas as pessoas próximas a mim já tem família, ou pelo menos namoradas sérias/noivas e eu mal encostei na mão de uma mulher.
Analisando friamente (uma das minhas maiores virtudes são as autocríticas) sou um homem nota 7 de rosto (sei que nos achamos mais bonito do que o que somos, mas já descontei uns pontos, risos) e 3 de corpo. (recentemente estava melhor de corpo mas ansiedade que venho sentindo nos últimos meses vem me corroendo, e tenho total consciência que não posso por a desculpa dos meus insucessos integralmente no meu corpo)
Ninguém sabe que sou BV e meus dois amigos mais próximos sabem que sou virgem.
Mensalmente recebo a sugestão de procurar uma prostituta, mas meu EU me diz que isso seria a maior prova que sou incapaz de conseguir um primeiro beijo com uma moça que gostasse de mim de verdade (e nem sei se é recomendado beijar prostitutas, risos).
Meus amigos já tentaram me "armar" com conhecidas em festas, mas nas duas vezes que isso aconteceu notei que as moças não queriam e nem tentei forçar a barra. Acabei saindo das situações muito pior do que antes, sentindo a rejeição na pele mais uma vez. Sabe aquela facilidade pra falar em público? Isso desaparece integralmente em contatos sociais diretos com muitas pessoas do sexo feminino (principalmente em festas, que nunca gostei e hoje em dia mal vou, a não ser as do trabalho ou quando faço parte da banda). Na verdade ir em festas no geral me cansa MUITO, vou uma vez por ano, depois de muita insistência dos amigos, porque sei que vou ficar lá 5-6h com cara de paisagem, sem despertar o interesse de nenhuma mulher random por conta de não conseguir ter a mínima postura e não ter um corpo tão legal pra gerar interesse numa numa festa.
Tenho total convicção que, se eu fosse uma mulher, jamais pegaria um cara inibido como eu num ambiente de festa, eu simplesmente me reduzo a um pedacinho de nada, sei que isso é muito por conta da baixa autoestima devido ao meu corpo e às rejeições femininas que sofri na adolescência.
Minha rotina hoje em dia se resume basicamente a:
Trabalhar de segunda à sexta o dia todo (e noite), tento ler algo pra relaxar;
Sexta à noite (pelo menos a cada 15 dias) saio com meus amigos (e suas esposas) pra um barzinho;
Sábado trabalho mais um pouco, assisto futebol e vou dar aula de música para o pessoal no projeto;
Domingo passo o dia feliz com minha família, à noite vou à missa pra relaxar um pouco o espírito e me preparar para a semana.
Sinto um pouco de tristeza principalmente ao escrever que passo o "domingo feliz" com minha família, com um toque de desdém. Porque realmente tinha tudo pra ser algo perfeito, mas meu EU interno já passa cada minuto, em cada uma dessas atividades, pensando no quanto de vida eu perdi por chegar aos 30 anos sem ter me relacionado com uma mulher e saber que esse tempo não volta atrás nunca.
Saber que jamais vou ter uma namoradinha aos 15 anos, conhecer aos poucos e sem maiores pressões como um relacionamento funciona. Ir de mãos dadas ao shopping, assistir um filme, trocar palavras, olhares... Cada vez que penso nisso parece que uma parte de mim fica pra trás, não consigo exprimir com palavras o vazio que isso me faz sentir.
O estopim para que eu resolvesse desabafar e (com fé em Deus) procurar ajuda profissional foi o seguinte:
A empresa é composta majoritariamente por homens e mulheres de mais idade, mas possui algumas estagiárias e o pessoal sempre me fala na resenha (não sei até que ponto é resenha [na verdade eu sei que não é resenha]) que elas fazem de tudo pra se envolverem comigo (lembra aquela história de que sou bom pra traçar perfis de pessoas e montar equipes? Pois é, quando o assunto é relacionamento com mulheres eu não sei interpretar os sinais mais básicos). Obviamente eu jamais me envolveria com uma estagiária (até mesmo uma ex-estagiária), por razões profissionais, mas já recebi muitos "convites" via Whatsapp, que acabo levando na brincadeira pra não queimar minha reputação.
Enfim, recentemente chegou o ponto que resolvi que meu psicológico era mais importante do que meu medo de "me queimar" e comecei a conversar com uma estagiária (10 anos mais nova e de família humilde[claro que não ligo pra isso, só estou dizendo aqui pra que você me ajudem a interpretar a situação depois]) que já estava terminando o contrato e ia ser efetivada em outra cidade. A iniciativa foi minha (e isso me fez ter ainda mais vontade de que desse certo), mas, mesmo sendo um poste, eu sempre notei a forma que ela me olhava, sorria e nas conversas que tivemos nossas ideias se batiam muito, além de ela me atrair fisicamente e ser bastante inteligente.
Começamos a conversar diariamente via Whatsapp (evitávamos contato pessoal por conta do ambiente da empresa). Pouco antes do contrato dela acabar surgiu o momento e falamos mutuamente do que sentíamos, dos problemas que isso podia trazer pra vida profissional, mas acabamos concordando que valeria a pena tentar algo. Um tempo depois resolvi chamá-la pra sair e ela aceitou, mas veio com uma conversa que não era pra eu criar expectativas e que ela "não era fácil" (com outras palavras mas em resumo era isso). Confesso que achei meio estranho, há pouco tempo havíamos nos aberto um para o outro, mas não entendo nada de mulheres mesmo, então vamos seguir a história.
Tive o primeiro encontro da minha vida (sim, aos 30 anos, repito) levei ela pra jantar em um local que não fosse o mais caro da cidade (pensei que ela se sentiria mais confortável caso pudesse pagar o que havia consumido, se desejasse).
Saí de casa bastante nervoso, mas seguindo à risca tudo que os tutoriais on-line tinham me ensinado. Asseado, perfumado, bem vestido (como se eu já não vivesse assim...) e tentando o máximo possível ser simplesmente eu.
Chegamos ao local (um pouco preocupados que algum conhecido nos visse), mas a coisa fluiu tão naturalmente que, aos poucos o nervosismo foi passando. Aproveitamos o momento "livres" e conversamos sobre muita coisa ao longo de quase 3 horas (sem nenhuma forçação de barra, a coisa realmente acontecia de maneira espontânea), falamos um pouco sobre nossas vidas, nossos anseios, falamos mal das pessoas das mesas vizinhas... isso tudo com intensas trocas de olhares. Chegou um ponto que tomei coragem, segurei na mão dela e, pasmem, ela deixou. Fiquei ali de mãos dadas com ela (foi uma das melhores sensações que já tive na vida), trocando carícias e conversando por mais alguns minutos, quando decidi que era hora de sair e tentar algo.
Como já disse, antes do encontro eu estava muito nervoso, mas depois de todo aquele tempo com ela eu percebi que as coisas realmente iam acontecer de forma bastante natural.
Saí do restaurante abraçado com ela, fomos em direção ao carro (estava num local isolado), fiquei de frente com ela, falei 2 palavras e fui em direção ao meu primeiro beijo.
Ela simplesmente se virou e disse "na-não" (foi mais em forma de ruído de negação, mas achei melhor escrever assim), nesse momento não entendi mais nada (teria interpretado algum sinal de forma errada? Deveria insistir?).
Dei um abraço nela falei algumas palavras, tentei novamente e recebi mais uma rejeição.
Não soube o motivo (até agora não sei), mas preferi não insistir, demos um abraço demorado e levei ela pra casa, conversando sobre outras coisas.
Faz pouco tempo que isso aconteceu e ainda trocamos algumas palavras via Whatsapp. O que me deixa tranquilo é que eu pelo menos tirei a bunda da cadeira e tentei. Mas a frustração de mais uma rejeição é algo incomensurável pra mim. Não sei quando terei contato com outra mulher a esse ponto (estatisticamente eu tenho contato, com chances de dar algo, com uma mulher a cada 2 anos, e, é claro, nunca deu certo)
Com relação a esse encontro (eu queria até a opinião dos colegas redditores) eu trabalho com 3 hipóteses:
1 - Ela quer algo, mas não quis se mostrar fácil/interesseira (como as outras estagiárias que mandam mensagens diretas pra mim por Whatsapp) e está esperando outro convite meu para que possamos sair novamente e finalmente ocorra algo;
2 - Ela não quer mais nada por conta de uma das milhares de coisas que podem estar se passando na mente dela;
3 - Isso foi a prova de que meu corpo possui alguma substância não identificada, incolor, inodora e insípida, que cria uma barreira contra mulheres.
Não sei se vale a pena insistir, estou tão frustrado que não consigo ter forças pra um contato mais direto (apesar de sentir muita falta das conversas com ela);
Pra finalizar, meu desespero hoje é tão grande que penso até em fazer uma rede social (coisa que nunca tive) só pra me "amostrar" (algo que é totalmente contra meu perfil). Mostrar meus carros, minha casa na praia, minhas viagens semanais, meus momentos com os amigos, sei lá, qualquer coisa que pudesse gerar alguma curiosidade sobre mim para as mulheres.Mas aí me olho no espelho e percebo que quando chegar a esse ponto eu realmente não estarei mais sendo eu e algo de muito errado (além do que já está se passando) estará acontecendo.
TL;DR: Homem, 30 anos, família perfeita, muitos amigos (alguns verdadeiros irmãos), trabalho dos sonhos, ótima situação financeira, porém BV e virgem.
Fazendo um resumo desde a adolescência:
Comecei a aprender sobre música achando que com isso um relacionamento viria naturalmente (ao menos a música virou uma paixão real em minha vida);
Comecei a fazer academia achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a cursar um dos cursos mais concorridos do Brasil achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a trabalhar e hoje ganho mais do que 99% da população brasileira achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
E não veio. Hoje não sei mais o que buscar ou a quem recorrer... A ansiedade (ou seria depressão?) está chegando a tal ponto que me vejo totalmente refém de alguns pensamentos que me atrasam bastante. Eu não consigo, por exemplo, passar mais de 15 dias (ou ir pra um lugar distante) longe da minha família/amigos próximos. Começa a bater um desespero (tipo os que eu sentia na depressão quando tinha 20 anos) e começo a pensar que eu poderia estar ali com uma companheira, aproveitando cada segundo. Já desisti de diversas viagens para fora do Brasil por conta disso. Coisa que fazia naturalmente na adolescência.
Sinto que a cada dia a bolha vai aumentando, a ponto de começar a atrapalhar nos meus trabalhos e vida pessoal, viagens a trabalho para fora do estado estão se tornando um sofrimento (as consequências de todos meus medos recaem sobre meu sistema digestivo), acordo à noite desesperado com medo do dia de amanhã, comecei a procrastinar algumas coisas e perder o tesão em diversas situações de prazer do dia a dia (não consigo mais jogar videogame por achar que isso me torna ainda mais virgem e inútil. A própria masturbação se tornou um momento de tristeza. Tocar piano, violino, violão, etc sozinho muitas vezes só me traz dor).
Cada elogio que recebo na empresa, palestras, aulas, crianças no projeto de música, família, amigos, parece aumentar o vazio que sinto.
Gostaria de simplesmente arrumar uma companheira e viver a vida a dois, viajar, compartilhar momentos, beijar, quem sabe, caso a coisa desse certo, ter filhos, criar uma família...

De qualquer forma, me sinto um pouco mais leve por ter passado 2 horas escrevendo e tendo exprimido todos esses sentimentos pela primeira vez (pra o lado de fora de minha cabeça).
Estou pensando em procurar um psicólogo (creio que já devia ter feito isso desde a minha primeira depressão lá nos 20 anos). Como garantir que eu, sendo uma figura conhecida na cidade não terei todas as minhas histórias íntimas divulgadas (sei que psicólogo é uma profissão muito séria, peço até desculpas de antemão caso essa pergunta ofenda alguém, mas uma pessoa má intencionada poderia destruir toda minha reputação externalizando minha intimidade). Na verdade a pergunta é "como escolher um psicólogo?". Caso não dê certo é normal trocar de psicólogo?
Obrigado a todos pela atenção.
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2015.05.26 19:29 brasilbitcoin Após mais de 6 anos, criação da moeda virtual bitcoin ainda envolve enigma NATHANIEL POPPER DO "NEW YORK TIMES"

É um dos grandes mistérios da era digital.
A caçada por Satoshi Nakamoto, o esquivo criador do bitcoin, cativou até mesmo aqueles que acreditam que a moeda virtual é uma espécie de esquema de pirâmide on-line. Um emaranhado de fatos resultou no surgimento de uma lenda: alguém usando o nome Satoshi Nakamoto lançou o software do bitcoin no começo de 2009 e se comunicava com os usuários da moeda nascente por meio de e-mails –mas nunca por telefone ou em pessoa.
Depois, em 2011, no exato momento em que a tecnologia começou a atrair atenção mais ampla, os e-mails cessaram. De repente, Satoshi sumiu, mas as histórias sobre ele não pararam de crescer.
Ao longo dos últimos 12 meses, venho trabalhando em um livro sobre a história do bitcoin, e é difícil não me deixar atrair pela charada quase mística da identidade de Satoshi Nakamoto. Quando eu estava começando minhas pesquisas, a revista "Newsweek" ganhou atenção com uma reportagem de capa, em março de 2014, na qual alegava que Satoshi era um engenheiro desempregado, de mais de 60 anos, que vivia em um subúrbio de Los Angeles.
Um dia depois de publicada a reportagem, porém, a maior parte das pessoas que conhece bem o bitcoin já havia concluído que a revista tinha apontado o homem errado.
Muitas pessoas na comunidade do bitcoin me disseram que, em deferência ao claro desejo de privacidade do criador da moeda virtual, não queriam ver o mago desmascarado. Mas mesmo entre aqueles que fizeram essa afirmação, poucos conseguiam resistir a um debate sobre as pistas deixadas pelo fundador.
O POSSÍVEL HOMEM
Ao participar dessas conversas com os programadores e empreendedores mais profundamente envolvidos com o bitcoin, encontrei uma crença silenciosa, mas profundamente enraizada de que boa parte dos indícios mais convincentes aponta para um norte-americano recluso de ascendência húngara chamado Nick Szabo.
Szabo é um mistério quase tão grande quanto Satoshi. Mas no curso de meu trabalho de reportagem comecei a levantar novos indícios que me envolveram ainda mais nessa busca, e cheguei até a participar de um raro encontro pessoal com Szabo, em um evento privado reunindo os principais programadores e empreendedores do bitcoin.
No evento, Szabo negou que fosse Satoshi, como o vem negando consistentemente em suas comunicações eletrônicas. Mas ele reconheceu que seu histórico deixava pouca dúvida de que era parte do pequeno grupo de pessoas que, ao longo de décadas, trabalhando às vezes cooperativamente e às vezes em competição, lançaram as fundações para o bitcoin. E criaram muitos dos componentes posteriormente integrados à moeda virtual.
A mais notável contribuição de Szabo foi um predecessor do bitcoin chamado "bit gold", que atingia muitos dos mesmos objetivos da moeda virtual e usava ferramentas semelhantes de matemática avançada e criptografia.
Pode ser impossível provar a identidade de Satoshi até que a pessoa (ou pessoas) que se ocultam por trás da cortina do bitcoin decida se apresentar e prove controlar as velhas contas de comunicação eletrônica de Satoshi.
A essa altura, a identidade do criador já não é importante para o futuro do bitcoin. Desde que Satoshi deixou de contribuir para o projeto, em 2011, a maior parte do código de fonte aberta da moeda virtual foi reescrito por um grupo de programadores cujas identidades são conhecidas.
A CRIAÇÃO
Mas a história de Szabo oferece percepções sobre alguns elementos frequentemente incompreendidos na criação do bitcoin. O software não veio do nada, como se presume ocasionalmente, mas, em vez disso, se baseou em ideias de múltiplas pessoas desenvolvidas ao longo de décadas.
A história do bitcoin envolve mais que simples curiosidade. O software veio a ser encarado em círculos acadêmicos e financeiros como um significativo avanço na ciência da computação, que pode mudar a maneira pela qual o dinheiro funciona e é movimentado. Recentemente, bancos como o Goldman Sachs deram os primeiros passos em direção a adotar a tecnologia.
Szabo manteve seu discreto envolvimento com o projeto. No início de 2014, ele começou a trabalhar para a Vaurum, uma start-up (empresa iniciante de tecnologia) relacionada ao bitcoin e sediada em Palo Alto, Califórnia.
A companhia vinha operando discretamente e seu objetivo era criar um mercado melhor para o bitcoin. Depois de sua chegada, Szabo ajudou a reorientar a empresa a fim de explorar a capacidade do bitcoin para operar com os chamados contratos inteligentes, que permitem transações financeiras autoexecutadas.
Depois que Szabo levou a empresa a tomar essa nova direção, seu nome mudou para Mirror, e ela recentemente levantou US$ 12,5 milhões em capital junto a grupos de capital de risco. A companhia não quis comentar para este artigo.
O papel de Szabo na Vaurum precisava ser mantido em segredo devido ao desejo de privacidade dele. Szabo acabou deixando a empresa no final de 2014, nervoso com a exposição pública, disseram pessoas informadas sobre as operações da companhia. Enquanto esteve lá, porém, o elenco de competências e de conhecimentos de que ele dispunha levou muitos colegas a concluir que Szabo muito provavelmente esteve envolvido na criação do bitcoin, mesmo que não tenha feito o trabalho sozinho.
O ENCONTRO
Fui apresentado a Szabo, um sujeito grandão e barbado, em um evento de bitcoin no lago Tahoe, na casa de férias de Dan Morehead, ex-executivo do Goldman Sachs e atual proprietário da Pantera Capital, uma empresa de investimento cujo foco é o bitcoin. Na época, Szabo trabalhava para a Vaurum. Morehead e os outros executivos de fundos de hedge presentes todos usavam mocassins e jeans de corte fino. Szabo exibia a calvície incipiente por entre os cabelos ruivos já se tornando grisalhos, calçava tênis velhos e usava uma camisa listrada para fora da calça.
Ele não estava participando das rodas de conversa, e consegui encurralá-lo na cozinha na hora dos coquetéis. Ele se mostrou notavelmente reservado e contornou perguntas sobre onde vivia e trabalhava, mas ficou irritado quando citei o que se diz sobre ele na Internet –por exemplo, que ele é professor de direito na Universidade George Washington– e sobre a possibilidade de que seja o criador do bitcoin.
"Bem, direi o seguinte, na esperança de estabelecer o histórico", ele comentou, em tom ácido. "Não sou Satoshi e não sou professor universitário. Na verdade, nunca fui professor universitário."
A conversa se tornou menos acalorada quando lhe perguntei sobre as origens dos muitos complicados componentes de código e criptografia usados para o software do bitcoin, e sobre o pequeno número de pessoas que teriam os conhecimentos necessários a unir essas peças.
Quando questionado se acreditava que Satoshi conhecia seu trabalho, Szabo disse entender por que havia tanta especulação quanto ao seu papel no processo. "Tudo que digo é que existem muitos paralelos, e isso parece engraçado, para mim e para outras pessoas."
O jantar começou, interrompendo a conversa, e não tive nova oportunidade de falar com Szabo.
Quando troquei e-mails com ele, Szabo repetiu sua negativa. "Como já declarei muitas vezes, essas especulações todas são lisonjeiras, mas erradas –não sou Satoshi."
PUNKS
Muitos dos conceitos centrais para o bitcoin foram desenvolvidos em uma comunidade on-line conhecida como Cypherpunks, uma organização frouxamente conectada de ativistas da privacidade digital. Como parte de sua missão, eles decidiram criar um dinheiro virtual que pudesse ser tão anônimo quanto o dinheiro físico. Szabo era membro da comunidade e em 1993 escreveu uma mensagem aos demais cypherpunks descrevendo as diversas motivações dos participantes de uma reunião do grupo que acabava de acontecer.
Algumas das pessoas, ele escreveu, "são libertários que querem excluir o governo de suas vidas, outras são progressistas que lutam contra a NSA [Agência Nacional de Segurança norte-americana], outras ainda se divertem ao incomodar os poderosos com hacks bacanas".
Szabo tinha uma mentalidade libertária. O que o atraía nessas ideias, ele me disse, era em parte relacionado ao seu pai, que combateu os comunistas na Hungria nos anos 50 antes de se assentar nos Estados Unidos, onde Szabo nasceu há 51 anos. Criado no Estado de Washington, Szabo estudou ciência da computação na Universidade de Washington.
Diversas experiências com dinheiro digital foram conduzidas nas listas do Cypherpunks nos anos 1990. O pesquisador britânico Adam Back criou o hashcash, mais tarde um dos componentes centrais do bitcoin. Outro projeto, chamado money, foi criado por Wei Dai, um engenheiro de computação muito zeloso de sua privacidade.
Quando nenhuma dessas experiências decolou, muitos dos participantes do grupo perderam o interesse pelo assunto. Mas não Szabo. Ele trabalhou seis meses como consultor para uma companhia chamada DigiCash, de acordo com um post em seu blog. Em 1998, enviou uma descrição genérica de seu projeto de dinheiro virtual, o bit gold, a um pequeno grupo de pessoas ainda interessadas na ideia, como Daí e Hal Finney, programador em Santa Barbara, Califórnia, que tentou criar uma versão de uso prático para a moeda.
O conceito do bit gold era bem parecido com o do bitcoin. Incluía um token digital escasso, como o ouro, que podia ser enviado eletronicamente sem a necessidade de passar por uma autoridade central, por exemplo um banco.
Esse histórico aponta para o papel importante que Szabo e diversos outros pesquisadores desempenharam na criação dos blocos básicos de construção do bitcoin. Quando o estudo no qual Satoshi Nakamoto descrevia o bitcoin foi publicado, em 2008, ele citava o hashcash, de Back. As primeiras pessoas com quem Satoshi fez contato privado por e-mail foram Back e Dai, dizem os dois. E Finney, que morreu recentemente, ajudou Satoshi a melhorar o software do bitcoin no final de 2008, antes que ele fosse publicamente lançado, de acordo com e-mails que me foram encaminhados por Finney e sua família.
Foram as atividades de Szabo em 2008, logo que o bitcoin emergiu, no entanto, que geraram boa parte das suspeitas sobre seu papel no projeto. No segundo trimestre daquele ano, antes que qualquer pessoa tivesse ouvido falar de Satoshi Nakamoto e do bitcoin, Szabo retomou a ideia do bit gold em seu blog e em conversas on-line sobre uma versão viva da moeda virtual; ele perguntou aos leitores: "Alguém quer me ajudar com o código?"
Depois do surgimento do bitcoin, Szabo alterou a data de seu post. Com a mudança, o post parecia ter sido publicado depois que o bitcoin foi lançado,como mostram versões de arquivo do blog.
Os escritos de Szabo sobre o bit gold, na época, contêm muitos paralelos notáveis com a descrição do bitcoin por Satoshi, o que inclui formulações semelhantes e até maneirismos comuns de escrita. Em 2014, pesquisadores da Universidade de Aston, Inglaterra, compararam as escritas de diversas pessoas suspeitas de serem Satoshi e constataram que nenhuma era tão compatível quanto a de Szabo. A semelhança era "perturbadora", de acordo com Jack Grieve, o professor que comandou o projeto.
Quando li os escritos de Szabo on-line, se tornou óbvio que, nos 12 meses anteriores ao surgimento de Satoshi e lançamento do bitcoin, Szabo estava de novo pensando a sério sobre o dinheiro digital.
Ele escreveu com frequência, ao longo de diversos meses, sobre os conceitos envolvidos no dinheiro digital, incluindo os tais contratos inteligentes, um conceito tão especializado que Szabo muitas vezes recebe crédito pela invenção do termo.
LIBERDADE
O blog de Szabo explicava por que ele estava examinando essas questões de maneira tão apaixonada: a crise financeira mundial que estava em curso lhe sugeria que o sistema monetário estava quebrado e requeria substituição.
"Para aqueles que amam nossas liberdades, passadas e futuras, a hora de atacar é agora", escreveu Szabo em seu blog no final de 2007, ao endossar a campanha do libertário Rand Paul pela indicação presidencial republicana, em parte por conta das visões de Paul sobre o sistema financeiro.
Para muitos observadores do bitcoin, tão notável quanto os escritos de Szabo no período é seu silêncio depois do surgimento do bitcoin em outubro de 2008. Afinal, a moeda virtual era uma experiência quanto a tudo aquilo sobre o que ele vinha escrevendo há anos. Ao contrário de Daí, Finney e Back, Szabo não liberou mensagens recebidas de Satoshi no período ou admitiu ter se comunicado com ele.
Szabo fez uma primeira menção passageira ao bitcoin em seu blog na metade de 2009, e em 2011, quando a moeda ainda estava lutando para ganhar empuxo, escreveu sobre ela de novo, mais extensamente, mencionando as semelhanças entre bitcoin e bit gold. Ele reconheceu que pouca gente teria o conhecimento e o instinto requeridos para criar qualquer das duas moedas.
"Eu, Wei Dai e Hal Finney éramos as únicas pessoas que conheço que gostavam da ideia [no caso de Daí, de sua ideia correlata] o bastante para levá-la adiante de forma significativa, até que surgisse Nakamoto (presumindo que Nakamoto não seja Finney ou Dai)", escreveu Szabo.
Quem quer que ele seja, o verdadeiro Satoshi Nakamoto tem bons e múltiplos motivos para querer ficar anônimo. Talvez o mais óbvio seja o potencial perigo. O pesquisador argentino Sergio Demian Lerner concluiu que Satoshi Nakamoto muito provavelmente recebeu quase um milhão de bitcoins no primeiro ano de operação do novo sistema. Já que um bitcoin vale cerca de US$ 240, esse saldo teria valor superior a mais de US$ 200 milhões. E isso bastaria para transformar Satoshi em alvo.
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