Os cristãos que data não cristão

Portanto, os cristãos acham ser de interesse mais do que passageiro verificar quando se celebrava a Páscoa. Isto é importante, porque estão sob a ordem de comemorar a morte de Jesus. — Luc. 22:19. Segundo o calendário judaico, a data aniversária da celebração da Páscoa cai no mês de nisã. Os cristãos acreditam que Jesus Cristo era o Filho de Deus - totalmente humano e totalmente divino - e que, por acreditarem nele e seguirem seus ensinamentos, podem herdar a vida eterna. Os cristãos também acreditam que Jesus morreu pela humanidade, que Deus o ressuscitou dos mortos e que Jesus virá novamente no fim dos tempos. E vale também para os cidadãos católicos, que não devem ficar alheios à vida política, mas participar da promoção do bem comum. O Papa Francisco, em certa ocasião, observou que é falso dizer que um bom católico não se interessa pela política. Os primeiros cristãos não comemoravam o Natal, porque só pessoas que não eram cristãs tinham esse costume. Além disso, em nenhuma parte da Bíblia lemos que Jesus ou outra pessoa comemorou o Natal. É por isso que milhões de cristãos ao redor do mundo decidiram que não devem comemorar o Natal. os desafios do jovem cristÃo 1. oficina jovem sucursal pinheiro anexo pacas 2. os desafios do jovem cristÃo na sociedade atual “e nÃo sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovaÇÃo do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradÁvel, e perfeita vontade de deus.” É tão absurdo um cristão de longa data perguntar essas coisas. Se você tem mais de 4 anos de cristianismo e ainda não sabe responder essas coisas, quer dizer que você ainda toma leitinho. Ou ... Hoje, sabemos que Jesus não nasceu no dia de Natal, mas a igreja escolher para celebrá-lo neste dia. Mesmo que eles não sabiam a data real do nascimento de Jesus, os primeiros cristãos - seguindo as tradições judaicas - escolha uma data para comemorar o fato de Deus amou o mundo o suficiente para enviar o seu Filho como um bebê. Os cristãos que optam por ignorar o Natal apontam ao fato de que a Bíblia não nos dá a data do nascimento de Cristo, o que é certamente verdade. 25 de dezembro talvez não seja nem perto do tempo em que Jesus nasceu, e os argumentos de ambos os lados são inúmeros, alguns relacionados com o clima em Israel, com as práticas dos pastores ... É para desejar que a proposta logre pleno êxito, pois assim estaria removido mais um ponto de discórdia entre os cristãos, resultante de desacordo do passado, que atualmente não tem significado algum, mas, ao contrário, empalidece o testemunho cristão do mundo de hoje. Ele o dia em que reunimos a família, os amigos se possível, e juntos comemos e bebemos em uma grande celebração. Mas apesar do grande número de cristãos que existem no mundo, nem todos sabem que essa data – 25 de dezembro- não corresponde de fato ao dia em que Jesus Cristo veio ao mundo.

More about Belarus color "revolution"

2020.08.27 16:02 Scabello More about Belarus color "revolution"

Text from a amazing marxist virtual magazine from Brazil.

https://revistaopera.com.b2020/08/26/belarus-nacionalismo-e-oposicao/

Belarus: nacionalismo e oposição


As manifestações em Belarus estão recebendo uma grande cobertura nos meios ocidentais, o que se reflete na imprensa brasileira, que se contenta em traduzir e repetir aquilo que é dito em grandes veículos europeus. A amplitude e até a paixão dessa cobertura gera, por efeito de contraste, uma sensação de falta de profundidade, já que em meio de tantas notícias, carecemos até mesmo de uma introdução sobre aspectos específicos do conflito e dos atores que participam dele. O que a cobertura nos oferece, no entanto, é uma narrativa sobre manifestantes lutando contra um ditador em nome da liberdade, discurso fortalecido por uma certa abundância de imagens. Na frente desta luta, a candidata derrotada – alegadamente vítima de fraude – Sviatlana Tsikhanouskaya, uma “mulher simples”, “apenas uma dona de casa”, o símbolo da mudança. Em alguns dos meios de esquerda e alternativos, este posicionamento da grande mídia já gera uma certa desconfiança. Imediatamente surgem perguntas sobre quem forma essa oposição e se podemos fazer comparações com a Ucrânia em 2014, onde uma “revolução democrática” foi acompanhada por grupos neofascistas, ultranacionalismo e chauvinismo anti-russo. Outros já se revoltam contra o reflexo condicionado e declaram que não podemos julgar os eventos de Belarus pela ótica dos eventos ucranianos, e que avaliações não deveriam ser feitas na função inversa da grande mídia. Me deparando com a diversidade de problemas que podem ser desenvolvidos a partir do problema de Belarus, decidi começar com um problema simples de imagem e simbologia, mas que nos traz muitas informações. As imagens que estampam os jornais são dominadas por duas cores: branco e vermelho.

Uma disputa pela história

Uma faixa branca em cima, uma faixa vermelha no meio e outra faixa branca embaixo – esta bandeira domina as manifestações oposicionistas em Belarus. Ela surgiu primeiro em 1919, em uma breve experiência política chamada de República Popular Bielorrussa, órgão liderado por nacionalistas mas criado pela ocupação alemã no contexto do pós-Primeira Guerra, Guerra Civil na Rússia e intervenção estrangeira que ocorreu naquele período. Uma bandeira diferente do símbolo oficial de Belarus: do lado esquerdo, uma faixa vertical reproduz um padrão tradicional bielorrusso, como na costura, em vermelho e branco, do lado duas faixas horizontais, vermelho sobre verde (somente um terço em verde). Bandeira muito similar à velha bandeira da República Socialista Soviética de Belarus, com a diferença que na antiga o padrão tradicional estava com as cores invertidas e na massa vermelha horizontal brilhava a foice-e-martelo amarela com uma estrela vermelha em cima. Os manifestantes também usam um brasão de armas histórico do Grão Ducado da Lituânia, a Pahonia, onde vemos um cavaleiro branco, brandindo sua espada e segurando um escudo adornado por uma cruz jaguelônica. O emblema oficial de Belarus, no entanto, é diferente, correspondendo à simbologia soviética, onde um sol que se levanta sobre o globo ilumina o mapa de Belarus, com bagos de trigo nos flancos e uma estrela vermelha coroando a imagem. Essa diferença entre símbolos do governo e da oposição não é só uma diferença política momentânea, mas remete a uma disputa pela identidade nacional de Belarus, a processos divergentes de formação de consciência nacional, conforme exemplificados por Grigory Ioffe. Quando Belarus se tornou independente da União Soviética nos anos 90, isto aconteceu apesar da vontade popular, sem movimentos separatistas como os que ocorreram vigorosamente nas repúblicas soviéticas bálticas, vizinhas de Belarus pelo norte, ou na parte ocidental da Ucrânia, país que faz fronteira com Belarus pelo sul. Pelo menos até pouco tempo atrás, a maioria dos cidadãos se identificava com a Rússia e concebia a história de Belarus no marco de uma história soviética. Para a maioria da população, o evento mais importante da história de Belarus foi a Grande Guerra Patriótica, isto é, a resistência contra os invasores nazistas, o movimento partisan como primeiro ato de vontade coletiva. É depois da guerra que os bielorrussos se tornam maioria nas cidades do país (antes de maioria judaica, polaca e russa), bem como dirigentes da república soviética – líderes partisans se tornaram líderes do partido. Esse discurso filo-soviético também é acompanhado pela ideia de proximidade com a cultura russa, inclusive a constatação de que é difícil fazer uma diferenciação nacional entre as duas culturas. Em termos de narrativa histórica, isso é acompanhado por afirmações como a de que a Rússia salvou o povo das “terras de Belarus” da opressão nacional e religiosa dos poloneses. Então, figuras históricas da Rússia são lembradas, como por exemplo o general Alexander Suvorov (1730 – 1800), que é celebrado como um herói da luta contra a invasão polonesa das “terras de Belarus” e da Rússia em geral. Essa ideia de união entre Rússia e Belarus é fundamental para o pan-eslavismo. A revolução em 1917 também é considerada um episódio nacional, o começo da criação nacional de Belarus dentro da União Soviética, com sua própria seção bolchevique e adesão dos camponeses à utopia comunista, mas nem isso e nem a história nacional russa superam a Segunda Guerra Mundial como fator de consciência nacional. Contra esta visão surgiu uma alternativa ocidentalizante, que propõe que Belarus é um país completamente diferente da Rússia, que foi dominado pela Rússia e que precisa romper com Moscou para ser um país europeu. Essa tendência tenta afirmar a existência de um componente bielorrusso específico na Comunidade Polaco-Lituana, identificando a elite pré-nacional com nobres locais. Atribuem a “falta de consciência nacional” no país à intrigas externas. Seus heróis de forma geral são heróis poloneses, e celebram quando os poloneses invadiram a Rússia. Se esforçam por fazer uma revisão histórica que justifique a existência de uma nacionalidade bielorrussa atacando a narrativa ligada à Segunda Guerra Mundial, renegando a luta dos partisans e enquadrando sua nação como uma “vítima do estalinismo”, que passa ser comparado com o nazismo como uma força externa. Suas preocupações centrais, além de tentar construir uma história de Belarus antes do século XX, está a preservação da língua bielorrussa em particular, com suas diferenças em relação ao russo. Nessa visão, as repressões do período Stálin deixam de ser uma realidade compartilhada com os russos e outras nacionalidades soviéticas, para ser entendida como uma repressão contra a nação de Belarus, exemplificada principalmente pela repressão de intelectuais nacionalistas. Na tentativa de desconstruir o “estalinismo” e os partisans, os nacionalistas defenderam a Rada Central de Belarus, um órgão colaboracionista criado pela ocupação alemã, que não pode ser chamado sequer de governo títere, mas que adotava a visão histórica dos nacionalistas e fez escolas de língua exclusivamente bielorrussa em Minsk. A Rada foi liderada por Radasłaŭ Astroŭski, que foi para o exílio norte-americano e dissolveu órgão depois da guerra para evitar responsabilização por crimes de guerra. A versão nacionalista não só defende a “posição complicada” dos colaboradores nos anos 40, como revisa positivamente o papel do oficial nazista Wilhelm Kobe, Comissário Geral para Belarus entre 1941 e 1943 (até ser assassinado pela partisan Yelena Mazanik). Argumenta-se que Kobe seria um homem interessado nas coisas bielorrussas e seu domínio permitiu o florescimento nacionalista. Do lado colaboracionista existiu uma Polícia Auxiliar e a Guarda Territorial Bielorrusa, as duas ligadas aos massacres nazistas e associadas a uma das unidades mais infames da SS, a 36ª Divisão de Granadeiros da SS “Dirlewanger”. Depois, foi formada por uma brigada bielorrussa na 30ª da SS. A colaboração usava as bandeiras vermelha e branca, com a Guarda Territorial usando braçadeiras nessa cor. Essas cores seriam retomadas na independência do país em 1991, mas foram muito atacadas por sua associação com a colaboração. Por isso ela foi rechaçada por uma maioria esmagadora em um referendo realizado em 1995, que definiu os símbolos nacionais de hoje e mudou o “Dia da Independência” para 3 de Julho, dia em que Minsk foi libertada das forças de ocupação nazista, em 1944. A visão nacionalista e ocidentalizante é minoritária, compartilhada por algo entre 8% e 10% da população; número que é consistente com o número de católicos do país – um pouco maior, na verdade, o que serve para contemplar uma minoria de jovens de Minsk, que proporcionalmente tendem a ser mais adeptos de uma visão distinta da história soviética. Em 1991, o nacionalismo se reuniu na Frente Popular Bielorrussa, em torno da figura do arqueólogo Zianon Pazniak, que representava uma militância radical, anti-russa, europeísta e guardiã dessa simbologia nacional. O movimento fracassou e parte disso provavelmente se deve à liderança de Pazniak, tido como intolerante. Havia também um movimento paramilitar chamado Legião Branca, que se confrontaria com Lukashenko no final dos anos 90. Estes seriam “os nazis bielorrussos dos anos 90”, pecha que é disputada por seus defensores, que os retratam até mesmo como democratas, mas que é justificada por seus detratores baseada em seu separatismo étnico e intolerância dirigida aos russos apesar de viverem no mesmo espaço e a maioria do seu próprio país falar a língua russa. Ainda assim, o alvo-rubro vem sendo reivindicado como um símbolo de liberdade, democracia e independência: seus defensores vêm tentando firmar a identidade dessa bandeira mais em 1991 do que em 1941. Para todos os efeitos, se tornou um símbolo de oposição Lukashenko, símbolo de “outra Belarus”, com boa parte dos jovens mantendo uma atitude receptiva em relação a ela – um símbolo carregado de controvérsia, mesmo assim. Essas divergências simbólicas escondem diferentes histórias e questões políticas radicais. Além disso, é possível constatar que Belarus tem dois componentes nacionais externos em sua formação: os poloneses e os russos. No plano religioso, o catolicismo associado com Polônia e a ortodoxia associada à Rússia (segundo dados de 2011, 7,1% da população católica, 48,3% ortodoxa e 41,1% diz não ter religião, 3,5% se identificam com outras). Na disputa histórica, existe uma narrativa filo-soviética e outra ocidentalizante. Nesta última década, o próprio governo Lukashenko presidiu sobre uma política de aproximação e conciliação dessas narrativas históricas sobre Belarus, tentando ocupar uma posição mais nacionalista, mesmo que mantendo o núcleo soviético como fundamental. Esta aproximação foi muito criticada por um núcleo duro de patriotas e irredentistas russos. Por outro lado, dentre os manifestantes não necessariamente há uma ruptura total com a narrativa histórica partisan e motivos antifascistas, pelo menos não se buscarmos casos individuais – nesse caso, o uso histórico da bandeira seria ignorado ou superado por outra proposta. Apesar de existir uma oposição que busca lavar a bandeira alvirrubra, é possível identificar nacionalistas radicais na oposição?

Belarus não é Ucrânia – mas pode ser ucranizada?

Pelo menos em meios ocidentais, se afirmou muito que “a crise de Belarus não é geopolítica”. Muitos textos publicados no Carnegie Moscow Center elaboraram em torno dessa afirmação. A declaração da Comissão Europeia afirmou isso. O professor e colunista Thimothy Garton Ash escreveu no The Guardian que sequer se pode esperar um regime democrático liberal depois da saída de Lukashenko, e relata contatos com bielorrussos que dão a impressão de um sentimento ao mesmo tempo oposicionista e pró-russo. Por esse argumento, Belarus é diferente da Ucrânia, as manifestações não têm relação com geopolítica, os bielorrussos até gostam da Rússia e a lógica extrapola ao ponto de dizer que, portanto, Putin tende a apoiá-las. Mais de um texto fala de como a identificação entre bielorrussos e russos, como povos irmãos ou até iguais, “anula” essas questões – isto é, estes textos têm como pressuposto uma solidariedade nacional, uma continuidade entre os dois povos, algo distinto do radicalismo nacionalista. Até parecem acreditar que isto tiraria de Putin o interesse de ajudar Lukashenko ou da Rússia enquadrar esses eventos na sua visão estratégica como algo equivalente ao problema ucraniano. De fato, Belarus não é a Ucrânia. A divisão sobre a identidade nacional não é tão polarizada em Belarus como é na Ucrânia. A divisão regional e linguística, bem como as diferentes orientações geopolíticas, não é tão radical. A marca da colaboração e suas consequências políticas não é tão forte em Belarus como é na Ucrânia – não acredito que o nacionalismo em Belarus está no mesmo patamar do ultranacionalismo ucraniano. No plano da operação política, a comparação com a Ucrânia é feita em função do Maidan de 2014, onde também existem diferenças. O Maidan teve a participação decisiva de partidos políticos consolidados e posicionados dentro do Parlamento, que no momento final tomaram o poder do presidente Yanukovich usando seu poder parlamentar. Partidos ligados a oligarcas multimilionários, com políticos que enriqueceram em negócios de gás, e nas ruas uma tropa de choque de manifestantes formada por nacionalistas bem organizados. Dito isso, devemos olhar para o posicionamento da oposição bielorrussa e não aceitar de forma acrítica as narrativas de que a manifestação não tem nada a ver com geopolítica e que não possuí liderança. Alegam que questões como adesão à OTAN e integração europeia não são primárias na política de Belarus – será mesmo? E essas questões nacionais, não têm relação alguma com as manifestações? Primeiro, um dos movimentos que protagoniza enfrentamentos de rua em Belarus desde outros anos (especialmente nos enfrentamentos de rua de 2010) e se destaca nos meios oposicionistas, inclusive com reconhecimento ocidental, é a Frente Jovem, que é um movimento nacional radical, acusado de filo-fascista e ligado aos neofascistas ucranianos. Este movimento também é ligado ao partido Democracia Cristã Bielorrusa (DCB), o qual ajudou a fundar. Ambos são contra o status oficial da língua russa e querem retirar o russo das escolas. Pavel Sevyarynets, um dos fundadores da Frente Jovem e liderança da DCB, é frequentemente referido como dissidente e “prisioneiro de consciência” foi organizador da campanha “Belarus à Europa”. Ele foi preso antes das eleições como um organizador de distúrbios. A Revista Opera teve acesso ao material de um jornalista internacional que entrevistou um professor de artes bielorrusso, autoproclamado anarquista e defensor das manifestações, que se referiu à prisão de Sevyarynets como um ato preventivo do governo e respondeu a uma pergunta sobre as reivindicações do movimento dizendo que as pessoas tem em sua maior parte bandeiras nacionalistas. Em segundo lugar, cabe ressaltar que um dos principais partidos de oposição e representante das declarações atuais é o Partido da Frente Popular Bielorussa (PFPB), descendente da Frente Popular dos anos 90, um partido de direita, adepto da interpretação nacionalista, hostil à Rússia e pró-europeu. O PFPB, a Democracia Cristã, a Frente Jovem e o partido “Pela Liberdade” são parte de um “Bloco pela Independência de Belarus”. Estes movimentos tiveram vários contatos com grupos neofascistas ucranianos, com a Frente Jovem em específico mantendo relações de longa data e tomando parte em marchas em homenagem a colaboradores como Stepan Bandera e Roman Shukeyvich (que na SS Natchigall foi um carrasco dos habitantes e partisans do sul de Belarus) – diga-se, entretanto, que não necessariamente funcionam da mesma forma que as organizações extremistas. Mesmo movimentos que se organizam como ONGs, com aparência de ativismo genérico e recebendo dinheiro de programas para promover a democracia a partir da Lituânia (que por sua vez direciona dinheiro do Departamento de Estado dos Estados Unidos), servem como organizações nacionalistas, como é o caso da ONG BNR100. Em terceiro lugar, podemos olhar para algumas lideranças de oposição presentes no Conselho de Coordenação formado para derrubar Lukashenko. Foi proclamado que o Conselho de Coordenação é composto por “pessoas destacadas, profissionais, verdadeiros bielorrussos”, por aqueles que “representam o povo bielorrusso da melhor maneira, que nestes dias estão escrevendo uma nova página da história bielorrussa”. Olga Kovalkova, peça importante da campanha de Sviatlana Tsikhanouskaya, que já havia listado pessoas do conselho antes dele ser anunciado oficialmente, em sua página do Facebook. Ela mesma é um dos membros. É graduada pela Transparency International School on Integrity e pela Eastern European School of Political Studies (registrada em Kiev, patrocinada pela USAID, National Endowment for Democracy, Open Society Foundation, Rockefeller Foundation, Ministério das Relações Exteriores da Polônia, União Europeia e estruturas da OTAN). Kovalkova é co-presidente da Democracia Cristã Bielorrussa; defende a saída de Belarus da Organização Tratado de Segurança Coletiva (OTSC; Tratado de Takshent), a separação do Estado da União com a Rússia e a retirada do russo da vida pública. O outro co-presidente da DCB, Vitaly Rymashevsky, também está no conselho. Ales Bialiatski, famoso como defensor dos direitos humanos e que foi preso sob acusação de enganar o fisco a respeito da extensão de sua fortuna, também fez parte do movimento nacionalista da Frente Popular de Belarus, do qual foi secretário entre 1996 e 1999 e vice-presidente entre 1999 e 2001. Também é fundador da organização Comunidade Católica Bielorrussa. É presidente do Viasna Human Rights Centre (financiado por Eurasia Foundation, USAID e OpenSociety) e recebeu o prêmio liberdade do Atlantic Council, além de prêmios e financiamentos na Polônia. Sua prisão em 2011 foi baseada em dados financeiros fornecidos por promotores poloneses e lituanos, enquadrado por um artigo de sonegação da lei bielorrussa.
Na hoste dos nacionalistas mais comprometidos representados no Comitê de Coordenação temos também Yuras Gubarevich, fundador do partido “Pela Liberdade”, antes um dos fundadores da “Frente Jovem” e foi durante anos liderança do Partido Popular; uma das grandes lideranças oposicionistas.
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Pavel Belaus é ligado à Frente Jovem, um dos líderes da ONG Hodna e dono da loja de símbolos nacionalistas Symbal. Ele também é ligado ao movimento neofascista ucraniano Pravy Sektor e esteve envolvido na rede de voluntários bielorrussos para a Ucrânia. Andriy Stryzhak, do BNR100, ligado ao Partido da Frente Popular, coordenador da iniciativa BYCOVID19. Participou do Euromaidan, de campanhas de solidariedade com a “Operação Antiterrorista” de Kiev no leste da Ucrânia e de articulação com voluntários bielorrussos. Andrey Egorov promove a integração europeia. Alexander Dobrovolsky, líder liberal ligado ao velho eixo de aliados de Boris Yeltsin no parlamento soviético, é pró-ocidente. Sergei Chaly trabalhou em campanhas de Lukashenko no passado, é um especialista do mundo financeiro, ligado a oposição liberal russa e pro ocidente. Sim, também existem elementos de esquerda liberal ligados ao Partido Social Democrata de Belarus (Hromada), uma dissidência do PSD oficial, que é a favor da adesão à União Europeia e da OTAN. Dito isso, não falamos o suficiente da influência nacionalista. Tomemos por exemplo o grupo Charter 97, apoiado pelo ocidente, principalmente pela Radio Free Europe, que se estiliza como um movimento demo-liberal. Dão espaço para a Frente Jovem, onde naturalmente seu líder pode chamar os bielorrussos que combatem na Ucrânia de “heróis” pois combatem a “horda” (se referindo a Rússia da mesma maneira que o Pravy Sektor). Voluntários bielorrussos combateram ao lado de unidades do Pravy Sektor e do Batalhão Azov. Durante as manifestações, o Charter 97 publicou, no dia 15 de agosto, um texto comemorando o “Milagre sobre o Vistula: no dia 15 de agosto o exército polonês salvou a Europa dos bolcheviques” e “Dez Vitórias de Belarus”, em que a Rússia é retratada como “inimigo secular” dos bielorrussos. Ações de ocupação de poloneses contra a Rússia são celebradas como “vitórias bielorrussas”. É importante também observar o papel que padres católicos vêm cumprindo nas manifestações, inclusive se colocando à frente de algumas delas. O bispo católico Oleg Butkevich questionou as eleições no dia 12 de agosto. Pelo menos em Lida, em Vitebetsk, Maladzyechna e em Polotsk, clérigos organizaram manifestações. Em Minsk, tomou parte o secretário de imprensa da Conferência de Bispos de Belarus, Yury Sanko. Em Polotsk, sobre a justificativa de ser uma procissão, o padre Vyacheslav Barok falou do momento político como uma “luta do bem contra o mal”. É claro que padres católicos podem participar de movimentos políticos de massa, eles também são parte da sociedade, mas este dado não deixa de ter uma significação política específica, visto que os radicais do nacionalismo bielorrusso se organizam no seio da comunidade católica. Ao mesmo tempo, isso gera ansiedade em um “outro lado”, no que seria um lado “pró-russo”, não só por conta de conspirações sobre “catolicização” do país, mas por ter visto na experiência ucraniana a associação de clérigos do catolicismo grego a neofascistas e eventualmente o Estado bancando uma ofensiva contra a Igreja Ortodoxa russa, o que inclui tomada de terras e expropriação de templos. O mesmo problema está ocorrendo neste ano com os ortodoxos sérvios em Montenegro; existem dois precedentes recentes no mundo religioso cristão ortodoxo que podem servir para uma mobilização contra as manifestações.

Programa de oposição: em busca do elo perdido

A candidatura de Tikhanovskaya não tinha um programa muito claro fora a oposição a Lukashenko. Porém, um programa de plataforma comum da oposição, envolvendo o Partido da Frente Popular, o Partido Verde, o Hramada, a Democracia Cristã e o “Pela Liberdade” chegou a ser formulado em uma “iniciativa civil” envolvendo estes partidos e ONGs que estava no site ZaBelarus. Depois, parte deste programa foi transferido para o portal ReformBy. Quando o programa passou a ser exposto no contexto das manifestações (por volta do dia 16), a oposição tirou o site do ar, mas ele ainda pode ser acessado com a ferramenta Wayback Machine. O programa quer anular todas as reformas e referendos desde 1994, retornando à Constituição daquele ano (e conforme escrita pelo Soviete Supremo). Se compromete a retirar da língua russa seus status oficial, além de substituir a atual bandeira por uma vermelho e branca. Existe uma proposta de reforma total de todas as instituições: bancárias, centrais, locais, judiciais, policiais, militares.
O programa também tem uma sessão dedicada à previdência, criticando o sistema de repartição solidária de Belarus como “falido” e responsável por uma “alta carga tributária sobre os negócios”. Propõem “simplificação”, “desburocratização” e “alfabetização financeira da população” para que esta assuma sua parcela de responsabilidade pela aposentadoria. O sistema seria “insustentável” no ano de 2050 por razões demográficas. Também criticam o “monopólio” da previdência pública, “sem alternativas no mercado”. A proposta oposicionista é de contas individuais de pensão com contribuição obrigatória, mas sem eliminar o sistema solidário, tornando o sistema “baseado em dois pilares”; elevar a idade de aposentadoria das mulheres (57) para igual a dos homens (62); “desburocratização” através da eliminação e fusão de órgãos públicos de seguridade social; eliminar diversos tipos de benefício e igualar os valores para todos os cidadãos (independente da ocupação). Essas propostas previdenciárias em específico são assinadas por Olga Kovalkova. Na seção de economia, o programa fala de um “problema do emprego” criticando as empresas estatais e demandando flexibilização da legislação, “incentivos para os investidores”, “uma política macroeconômica de alta qualidade, i.e. inflação baixa, política fiscal disciplinada, escopo amplo para a iniciativa privada”; “o mercado de trabalho é super-regulado”, diz o documento. “Melhorar o ambiente de negócios e o clima de investimentos”, “tomar todas as medidas necessárias para atrair corporações transnacionais”, “privatização em larga escala”, “criação de um mercado de terras pleno”, “desburocratização e desmonopolização da economia”, “adoção das normas básicas de mercado e padrão de mercadorias da União Europeia”, enumera o programa dentre as diversas propostas, que incluem privatização de serviços públicos e criação de um mercado de moradia competitivo. Até aqui, com exceção da referência à língua russa, estamos falando mais de neoliberais do que nacionalistas propriamente. Podemos dizer também que pontos como adoção de padrões europeus e reformas econômicas influenciam a questão geopolítica. Ainda assim, boa parte dessas reformas econômicas também são defendidas por Viktor Barbaryka, empresário bielorrusso que era tido como principal candidato de oposição a Lukashenko que está preso por crimes financeiros; Barbaryka é considerado um “amigo do Kremlin”, pró-russo. Existe uma seção perdida, a seção de “Reforma da Segurança Nacional”. Na primeira semana de protestos, surgiu na rede uma suposta reprodução do conteúdo dessa seção¹. O conteúdo é uma análise ocidentalista que enquadra o Kremlin como uma ameaça, propondo a saída do Tratado de Takshent, da União com a Rússia e medidas para fortalecer o país com “educação patriótica”. Muitos temas que já foram vistos na Ucrânia, com a identificação do Kremlin como uma ameaça tendo como consequência a proposição de medidas contra “agentes do Kremlin” dentro do país, na mídia e na sociedade civil (e, dentre elas, uma proposta de “bielorrussificação” das igrejas). Tão logo isso passou a ser denunciado na primeira semana depois das eleições, o site inteiro foi tirado do ar. A oposição, tendo entrado em um confronto prolongado que pelo visto não esperava (contando com a queda rápida de Lukashenko) sabe que esse tipo de coisa favorece o governo e cria um campo favorável para ele, por isso agora tentam se dissociar, falando deste programa como produto de uma iniciativa privada, apesar de ser uma articulação política envolvendo líderes da oposição. Tanto seus elementos de reforma econômica combinam com o que diziam políticos de oposição liberal em junho, como as supostas posições geopolíticas casam com os nacionalistas que tomam parte da coalizão (e na verdade, é um tanto óbvio que pelo menos uma parte considerável dos liberais é pró-OTAN). No mesmo dia que tal documento foi exposto na mídia estatal bielorrussa – e mais tarde, comentado por Lukashenko em reunião do Comitê Nacional de Defesa – o Conselho de Coordenação declarou oficialmente que desejam cooperar com “todos os parceiros, incluindo a Federação Russa”. Desinformação? Por mais provocativas que sejam as posições do suposto trecho do programa, é fundamentalmente o discurso normal de nacionalistas e liberais atlantistas em Belarus; agora que os dados foram lançados, é natural que a direção oposicionista que não reconhece os resultados das eleições procure se desvencilhar desses posicionamentos estranhos aos seu objetivo mais imediato, que é derrubar Lukashenko.² Ainda que os manifestantes possam ter motivações diversas, a situação atual está longe de ser livre do peso da geopolítica e das narrativas históricas que sustentam o caminhar de um país.
Notas:¹ – Procurando o trecho em russo no Google com um intervalo de tempo entre o primeiro dia de janeiro de 2020 até o primeiro dia de agosto (isto é, antes disso virar uma febre na rede russa), o próprio mecanismo de pesquisa oferece uma página do “Za Belarus” que contém o trecho, mas com um link quebrado – sinal de que há algum registro no cache do Google. A data é dia 25 de junho.
² – O Partido da Frente Popular da Bielorrússia acusou Lukashenko de “fake news” ao divulgar o que seria o seu programa como se fosse de Tikhanovskaya, tratando as medidas como “inevitáveis para Belarus” porém “fora de questão” no momento. O programa, naturalmente, é marcado pela retórica nacionalista e defende adesão de Belarus na OTAN, mas não usa o mesmo palavreado. Da mesma forma o programa do PFPB também tem princípios liberais-conservadores na economia.
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2020.05.05 06:29 N1ghtm4r3OFFICIAL Diário de um demônio

Dia 30/07/2003
Mais um dia verificando as jaulas, parece que hoje correu tudo bem , diferente da semana passada que alguém tentou fugir ... que estupidez tentar fugir de um lugar como este com tantos guardas fazendo patrulha como eu. Ah como não devo ter mencionado eu sou um anjo caído ou o que vocês chamam de "demónio", não eu não vou dizer o meu nome e você deve saber porquê né? Não posso deixar alguém ter "poder" sobre mim, mas continuando eu fui chamado para um trabalho especial, sinceramente até pensei tinha feito algo de errado, mas quando Lúcifer me chamou e disse que precisava de minha ajuda, pois eu era o seu servo mais fiel, me acalmei na hora. Então a minha missão era ... salvar uma criança, porém não era uma criança comum, ele pode ser o que alguns de vós chamam de "Anti-Cristo", isso mesmo eu tinha que salvar a "reencarnação do mal" .

Dia 31/07/2003
Encontrei o casal , ele era composto por um homem cristão e uma mulher ateia, mas ... aquele homem ... parecia estranho, ele tinha vários anjos com ele toda hora, isso nunca foi problema para mim, eu já matei vários anjos naquela grande guerra, mas o meu objetivo não era esse, a mulher estava pronta para o bebê nascer mas os anjos que estavam em volta do marido não podiam deixar isso acontecer, então o parto estava a demorar bastante tempo e muito possivelmente a criança morreria, eu não podia deixar isso acontecer. Do nada, o homem saiu do hospital e foi dar um passeio, eu não sei porquê mas algo me dizia que eu devia ir atrás dele. Ele começou a rezar e a pedir para o filho dele nascer e que a sua esposa sobrevivesse ao parto, montes de anjos o rodearam e falavam entre sí que não podiam fazer nada sobre isso. Porém lá estava eu, eu cheguei perto dele e disse: "Eu vou salvar o seu filho". Daí eu voltei para o hospital e vi os anjos, rodeando a mulher que estava sofrendo durante o parto, então com a minha lâmina demoniaca, uma lâmina espiritual criada por Lúcifer antes da grande guerra, dilacerei todos aqueles nojentos anjos de Deus e dei ao bebê forças para nascer: "Não se preocupe eu estou aqui nenem", entenda eu sou um "demônio" mas eu tenho sentimentos, até mais do que alguns de vocês. Mais um trabalho bem feito, meu senhor vai ficar orgulhoso de mim.

Dia 1/08/2003
Lúcifer me agradeceu por um trabalho bem feito, mas logo em seguida me disse que tinha mais um trabalho para mim, eu tinha que ser o demônio guardião da criança, para ela nos poder ajudar quando a próxima grande guerra acontecer, o Apocalipse. Fiquei bastante nervoso com um trabalho tão importante, mas eu sou o segundo mais forte do submundo, atrás apenas de meu senhor, eu era o único que podia fazer isso, então aceitei o trabalho.

Dia 23/03/2006
A criança tem crescido bastante, ela estava brincando com o seu pai quando ela olha para mim e diz "Olha, papai um homem ali", eu me esqueci que as crianças conseguem ver coisas que outras pessoas não conseguem, então tive que me esconder para o seu pai não desconfiar que tinha um demônio naquela casa, ele iria pirar e tentar me enviar para longe, eu não podia desapontar meu senhor, aquela criança seria a nossa salvação.

Dia 06/05/2015
A criança começou pregando para Deus, ele tem andado com depressão depois de vários negoços que têm acontecido na vida dele, os anjos têm fazendo a vida dele como um "inferno". Eu não podia o ajudar porque ele pensaria que seria um anjo de Deus, paciência , ele irá me chamar quando estiver pronto.

Dia 24/09/2016
Ele tem lido bastante sobre o diabo e demônios, parece estar bastante interessado em feitiçaria também, é apenas questão de tempo até que ele me chame.

Dia 05/02/2017
Finalmente, ele me chamou, pareceu assustado quando eu apareci com uma forma física, "Parece espantado por me ver" - disse eu - "Você precisa da minha ajuda certo?", "Preciso sim, eu quero ser mais forte, pode levar a minha alma eu prefiro não sentir nada mesmo" - ele disse mostrando indeferença sobre a minha presença, como se eu não fosse poderoso - "Entendo você quer ser forte, eu posso ajudar com isso mas você tem que cooperar" , "Claro, o que você precisa?" , "Então se você quiser ser forte , tem que deixar eu entrar no seu corpo" , "Tipo, uma possessão?" , "Sim, basicamente é isso" , "Okay demônio mas eu dito as regras, você só toma controlo do corpo quando eu ordenar, nada de falar por mim sem minha autorização e nada de andar com o meu corpo enquanto eu tiver inconsciente" - ele falou com muita convicção - "Combinado" - disse eu. Apertamos as mãos e o contrato tava feito, finalmente tinhamos o anti-christo do nosso lado.

Dia 21/05/2018
Ele esta ficando agressivo com os colegas e praticando bastante musculação, será que ele quer ficar mais forte?

Dia 13/01/2019
Por estar sofrendo de depressão ele tem ido a um psicologo, ele falou sobre mim, "o demonio que está sempre comigo, o meu melhor amigo", eles pensam que ele está ficando louco.

Dia 15/03/2019
Depois de eu falar com ele um pouco, ele conseguiu confundir a psicologa e ela agora pensa que ele parou de ver o seu "amigo imaginário". O plano continua em cima.

Dia 2/03/2020
O mundo tá uma desgraça, será que meu senhor vai aproveitar essa oportunidade para sair do submundo? O muleke tá bastante feliz, por estar fora da escola, tem treinado bastante, o que ele está aprontando?

Dia 17/04/2020
Ele sabe que o Apocalipse está chegando, eu contei para ele que ele é o Anti-Cristo , ele parece que já sabia disso, o treino dele aumentou e parece que ele tem feito luta com facas, e tem sentido uma vontade imensa de matar Jesus e derrotar Deus, será que ele tem força suficiente para isso? Será que a guerra vai começar e a gente vai derrotar o todo poderoso?!

Data Indefinida
Milhões de corpos espalhados pelas ruas, anjos caindo do céu preparados para a luta, e cá em baixo nós estamos milhões de demonios, nosso senhor Lúcifer e o Anti-Cristo. Ele tem pelo menos 300 demónios dentro de seu receptáculo, o seu corpo regenera qualquer ferida instantâneamente, chegou a hora da gente tomar o que é nosso, LUTEMOS!

Data Indefinida
Eu vi a raiva nos seus olhos quando ele viu Jesus Cristo, ele correu com toda a força e esfaqueou o filho de Deus com toda a sua força, foi então que os anjos de Deus perderam a esperança. A vitória era finalmente nossa.

Data Indefinida
Deus não estava no paraíso, ninguém o encontrava porém o muleke sabia onde o desgraçado se escondia. Ele tinha fugido para criar outro mundo, finalmente este mundo era nosso. Lúcifer subiu no trono de Deus e proferiu as seguintes palavras: "Muleke você foi um bom soldado então, o trono do inferno é seu, você poderá torturar todas as almas das pessoas que cometeram atos horriveis contra pessoas incapazes de se defender, você será a partir de hoje "O purificador", meu filho.
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2018.11.08 19:04 lrsaturnin9 (Assunto polêmico, não entre!) Cotas para Negros em Universidades

Caros, tenho uma questão filosófica pendente de definição em minha mente e já não tenho mais certezas, restaram apenas dúvidas.
Cotas para Negros em Universidades é justo?
Pra mim sempre me pareceu óbvio que SIM, visto a herança histórica da escravidão e a marginalização dos negros neste sentido. Contudo, uma pessoa negra que esteja em uma posição de classe média, ou maior, mereceria cota? Visto que a mesma "restabeleceu" o status médio social, o qual seus antepassados foram privados? Essa herança histórica tem uma data de expiração? Seria quando não mais tivéssemos diferenças sociais entre negros e não-negros? Ou, o estigma pela escravidão e perseguição nunca expiram ou deveriam expirar, pois nunca devemos nos esquecer?
Conceitualmente (sob minha ótica) - "Cotas de acesso facilitado, de qualquer espécie, representam um bônus ao cotista tendo em vista um revés que lhe foi infligido INJUSTIFICADAMENTE. A idéia é que Cotas e Meritocracia sejam inversamente proporcionais. Ou seja, na mesma medida em que a concorrência é INJUSTA, as cotas devem ser ampliadas." - Esse conceito, penso eu, é a TEORIA e todos concordam ou deveriam concordar com ela, a não ser que você seja um sociopata, imoral.
Na PRÁTICA, a questão de concorrência justa ou injusta é subjetiva. O argumento de quem é contra as cotas é de que "basta se esforçar que todo mundo alcança", "tenho um amigo que nasceu na favela, hoje é classe média e está empregado em uma multinacional", "meus pais eram pobres, mas com muito trabalho conseguimos vencer". O problema é que, cientificamente falando, basta um caso que fuja à regra para refutar toda a teoria. Ou seja, um único indivíduo que "venceu" o estigma social, refuta todos os outros que não venceram e agrava o quadro, pois "justifica" a redução da importância das cotas.
Minha opinião sobre o assunto é:
  1. O fato é que não temos como saber verdadeiramente se o horizonte de possibilidades oferece chances para todos na sociedade, a lógica e o bom-senso nos diz que NÃO. Não temos oportunidades iguais para todos na sociedade (por óbvio). A economia nos ensina que os recursos são escassos, portanto não tem TUDO para TODOS.
  2. Cota não é GENERALISTA, onde 1 caso que foge a regra, invalida todos os outros. Cota é INDIVIDUAL, enquanto houver 1 caso de injustiça, deve haver cota (para esse 1 caso). Ainda que essa avaliação individual e quantitativa seja impossível (atualmente).
Explorando a INJUSTIÇA infligida supracitada (sob minha ótica), só é prejuízo ao indivíduo se há o tolhimento à liberdade do mesmo em relação a média de liberdade da sociedade de maneira INJUSTIFICADA. Ou seja, se suas chances de concorrência são diminuídas por conta da sua cor, crença, opção política ou preferência sexual, você está sendo TOLHIDO INJUSTAMENTE. Se você NASCEU pobre, mora na periferia e não tem culpa disso, você está sendo TOLHIDO INJUSTAMENTE. Nesses exemplos, suas chances, em relação à média, são menores, mas seu MERECIMENTO é o mesmo que o de qualquer cidadão, portanto você merece cota em Universidades a fim de equilibrar a balança da meritocracia.
Neste sentido, a justiça na livre concorrência entre os indivíduos é diretamente proporcional à liberdade individual, sendo que a limitação de nossa liberdade acontece quando não podemos exercer nossas preferências. Relacionando esse entendimento às cotas em Universidades, nossa liberdade só pode ser limitada se não temos o FINANCIAMENTO SUFICIENTE para aquisição de TEMPO DE ESTUDO e QUALIDADE DE ENSINO, ou seja, ainda que você seja branco, cristão e hetero, mas tem 12 anos de idade, mora na favela, tem que vender bala no farol para ajudar com as despesas familiares, tem 4 irmãos, seu pai desapareceu, sua mãe é alcoólatra e vive no buteco, quais as suas chances de vida? A culpa é sua? Você tem liberdade? Você tem ensino de qualidade?
Inversamente, se você fosse negro, gay, frequentador de terreiro de umbanda, porém de familia feliz e saudável com toda a possibilidade de financiamento para aquisição de ensino, evidentemente sua liberdade não estaria tolhida em comparação à média de liberdade da sociedade em relação a possibilidade de ingresso em universidades.
Sem nenhuma pretensão e tendo em vista o exposto, principalmente a questão da INDIVIDUALIDADE para avaliação da cota e o TOLHIMENTO à liberdade por falta de FINANCIAMENTO, pergunto de forma simples e direta: Não seria mais justo uma única avaliação de cotas a partir da renda familiar?
Gostaria de ouvir a opnião de vocês sobre o tema.

EDIT: erro de digitação
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2018.04.07 00:32 TangoGV Estado deste sub

Eu sou assinante de longa data do /atheism e vim aqui procurando um sub semelhante mas voltado à realidade brasileira (ou ao menos em português).
Isso definitivamente não é o que eu esperava. Os posts são escassos e uma grande parte são obviamente trolls cristãos (nisso aqui é bem realista).
Existe salvação neste sub? (trocadilho intencional)
Existem alterativas mais próximas do funcionamento do /atheism?
submitted by TangoGV to ateismo_br [link] [comments]


2018.02.24 05:31 AntonioMachado [2002] Gianfranco Biondi e Olga Rickards - The Scientific Fallacy of the Human Biological Concept of Race

Texto aqui. Pontos a reter:
Questões:
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2017.08.15 23:53 feedreddit Longe de Charlottesville, São Paulo também celebra o “lado errado da história”

Longe de Charlottesville, São Paulo também celebra o “lado errado da história”
by Ana Maria Gonçalves via The Intercept
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A manifestação neonazista e o atentado ocorridos na semana passada em Charlottesville giram em torno da disputa simbólica da herança representada pelos monumentos confederados. A cidade da Virgínia, seguindo o exemplo de algumas outras cidades do sul dos Estados Unidos, pretende remover a estátua do general Robert E. Lee, e os supremacistas brancos estavam por lá para defendê-la.
Lee foi o militar que comandou o exército da Virgínia contra a União, numa guerra separatista que queria manter a escravidão no Sul do país. A discussão tomou fôlego em 2015, depois que um supremacista branco matou nove pessoas negras em um atentado a uma igreja em Charleston, na Carolina do Sul. A cidade de New Orleans, por exemplo, comemorou, em maio passado, a remoção do último dos quatro monumentos confederados, exatamente uma estátua do general Lee.
O prefeito Mitch Landrieu, que é branco, reconheceu que tais monumentos celebram a supremacia branca, e disse que tal ato poderia fazer com que o estado da Louisiana finalmente começasse a se curar [dos males da escravidão], pois “não é bom continuar reverenciando uma falsa versão da história e colocar a Confederação em um pedestal”, completando que há que se reconhecer que os confederados estavam no lado errado da história.
“Não é bom continuar reverenciando uma falsa versão da história e colocar a Confederação em um pedestal”Por “lado errado da história”, por mais que se tente amenizar ou mesmo mascarar a intenção dos estados do sul durante a Guerra da Secessão, deve-se entender:o lado que defendia a manutenção de uma economia baseada na escravidão.
Não é apenas nos Estados Unidos que o “lado errado da história” é celebrado e mascarado. Aqui no Brasil, em Santa Bárbara D´Oeste (SP), há mais de 30 anos acontece a Festa Confederada. Com patrocínio estatal e incluída no calendário oficial do Estado de São Paulo, a festa, segundo os organizadores, foi organizada para “manter viva a memória dos nossos ancestrais” – ou seja, os confederados que, depois de derrotados nos sul dos Estados Unidos, vieram procurar abrigo no Brasil, onde ainda havia escravidão.
A história desses ancestrais e de como chegaram a esta região do estado de São Paulo pode ser lida no livro “Brazil: the Home for Southerners” (“Brasil, lar dos sulistas”, em tradução livre), do reverendo Ballard S. Dunn. Na festa dos descendentes dos confederados brasileiros, assim como nas casas e nas manifestações dos supremacistas estadunidenses, a bandeira confederada está em todos os lugares: nas roupas, na decoração, nos uniformes, pintada no palco onde acontecem shows e apresentações.

O contexto dessa imigração

Um dos grandes problemas deixados por séculos de escravidão foi o que fazer com o enorme contingente de negros libertos ou libertados, que nunca seriam totalmente integrados à sociedade. Aos olhos dos ex-senhores e das autoridades, representavam tanto uma ameaça à ordem pública, em locais onde eram muito numerosos, como uma ameaça à composição étnica, por serem considerados inferiores.
Os Estados Unidos fundaram uma colônia na África (Libéria), para onde enviaram todos os negros que se dispunham a deixar o país, com todas as despesas pagas. A ideia de uma colônia de negros norte-americanos no Brasil, mais especificamente na região amazônica, também era bastante atraente, por ser mais perto e por acreditarem que tínhamos aqui um modelo de sociedade menos racista.
O governo brasileiro chegou a ser consultado em algumas ocasiões, abortando a ideia porque, na época, mesmo antes da Abolição por aqui, já se pensava em um processo de branqueamento da população. Havia leis que proibiam a entrada de africanos livres no país e, ainda em 1945, imigrantes deveriam ser selecionados de acordo com a “necessidade de preservar e desenvolver, na composição étnica da população, as características mais convenientes de sua ascendência européia.” A política de incentivos para atrair imigrantes europeus brancos acabou atraindo também os brancos norte-americanos.
Descendentes de sulistas americanos na Festa Confederada de 2017
Reprodução: Festa Confederada / Facebook
Com o fim da Guerra Civil, alguns sulistas brancos escravocratas se sentiram humilhados com a derrota imposta pelo norte abolicionista, acreditando que não havia mais condições de permanecerem no país. Na década de 1860, o reverendo Ballard S. Dunn fez uma longa expedição pelo Brasil e acabou escolhendo, com o aval do Imperador, uma região no interior do estado de São Paulo. Mudando-se para lá junto com várias famílias, fundou os povoamentos que dariam origem às cidades de Americana e Santa Bárbara D´Oeste. A ligação com o passado é tão forte que até 1998, o brasão de Americana ainda fazia alusões à bandeira confederada.
Nenhum problema que os descendentes de confederados brasileiros queiram continuar reverenciando seus antepassados, mas que o façam com a verdade, em respeito à História e aos descendentes de escravizados.Os descendentes dos confederados de Santa Bárbara D´Oeste, representados por uma associação chamada Fraternidade Descendência Americana, soltaram uma nota condenando e lamentando o atentado em Charlottesville. A nota contém trechos de uma mesma nota emitida em 2015, quando do atentado na igreja de Charleston, como podemos ver reportagem, e pode ser lida na íntegra aqui , mas da qual destaco:
“A Fraternidade Descendência Americana representa milhares de descendentes de imigrantes Americanos que escolheram o Brasil como novo lar após sofrerem os horrores da guerra da secessão. Este conflito resolveu todas as divergências filosóficas, políticas, econômicas e sociais, onde o lado vencedor ditou as regras para todos daquele país, cujos efeitos refletem no atual sistema de vida dos Norte Americanos. Nossos ancestrais encontraram no Brasil o abraço acolhedor e a paz para recomeçarem suas vidas, sendo seus descendentes os maiores demonstradores da integração entre raças e povos frutos dos casamentos inter-raciais que ocorrem desde das primeiras gerações de descendentes.”
E:
“Aproveitamos para ressaltar que o General Robert E. Lee é considerado um dos melhores generais da história dos EUA e que ele não possuía escravos e entendia que a escravidão era um grande mal. Ele liderou as tropas confederadas na sua luta pela independência. Desta forma, o General Robert E. Lee não representa os grupos extremistas de direita estadunidense.”
Há tantos problemas nestes dois parágrafos acima que fica difícil começar, mas vou me ater ao que se refere ao general Lee. Nenhum problema que os descendentes de confederados brasileiros queiram continuar reverenciando seus antepassados, mas que o façam com a verdade, em respeito à História e aos descendentes de escravizados.
A bandeira dos Confederados é hasteada para a festa no interior de São Paulo.
Divulgação: Festa dos Confederados / Facebook
“Informações sobre a vida de Lee foram editadas para apresentá-lo sob uma luz favorável, começando imediatamente após sua morte – até mesmo no Norte”, diz este artigo, que ainda traz a seguinte declaração do ex-escravo, escritor e abolicionista Frederick Douglass: “Dificilmente podemos pegar um jornal que não esteja cheio de bajulações nauseantes” acerca de Lee, sobre quem “parece que o soldado que mais matou homens em batalhas, até mesmo por má causa, é o maior dos cristãos, qualificado por um lugar no paraíso.”
O artigo também dá conta de que Lee teve escravos sim, ao contrário do que muitos tentam negar: “Lee possuía escravos próprios antes da Guerra Civil, até 1852 [sua esposa continuou possuindo depois disto], e considerou comprar mais depois desta data, de acordo do a biografia escrita por Elizabeth Brown Pryor, que se baseia nas correspondências de Lee.” Em carta para a esposa, o general diz o que acha da escravidão: “A escravidão, como instituição, é um mal moral e político em qualquer país”.
A Guerra Civil foi, sim, uma luta pela manutenção da escravidãoDeve ser daqui que a Fraternidade Descendência Americana tirou a declaração sobre Lee, esquecendo-se, no entanto, do que complementa essa sua declaração. Lee afirma que a escravidão era pior para os brancos do que para os negros, e que era necessário que os negros a suportassem, para que fossem civilizados:
“A dolorosa disciplina pela qual estão passando é para a instrução de sua raça… Por quanto tempo esta instituição será necessária é sabido e ordenado por uma sábia Providência Misericordiosa.”
Ou seja: só Deus sabia, e não cabia aos homens libertá-los. Aqui se confirma o argumento de que a Guerra Civil foi, sim, uma luta pela manutenção da escravidão, na qual a religião foi forte componente. O que pode ser confirmado neste artigo, que a coloca no centro das declarações dos vários estados confederados.
Ou seja, naquele tempo e agora, os símbolos confederados, como a bandeira e as estátuas do general Lee, representam um ideal defendido tanto por Trump quanto pelos supremacistas brancos: a américa para os americanos – e apenas os brancos protestantes. Os mesmos que migraram para o Brasil e deram origem às cidades de Americana e Santa Bárbara D`Oeste. Que seus descendentes queiram honrar sua memória é completamente entendível, mas que também assumam a verdade histórica da herança que trouxeram com eles.
Foto em destaque: Polícia protege estátua em Charlottesville, no último sábado, dia 12. Michael Nigro/ AP
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2017.08.08 18:50 bat8 Bunda

Os italianos acham que as nádegas trazem sorte e tocam-lhes antes de fazerem uma aposta. Os cristãos radicais alegam que são uma prova do pecado original e que, como tal, devem ser açoitadas. Os antigos gregos dedicaram-lhes um templo, ao passo que os germânicos medievais as exibiam à porta para repelir Satanás. O biólogo Dennis Bramble afirma que as “enormes” nádegas humanas não passam de algo que nos permite correr e “impede que mergulhemos de nariz, sempre que um dos pés toca no chão”. Mas, para qualquer pigófilo, o termo técnico para os apreciadores de traseiros, o fundamento feminino foi criado para o puro deleite dos olhos, mãos e partes mais a sul, como eloquentemente explicou Sir Mix-a- -Lot: “A minha anaconda nada quer / Se não tiveres pacote, mulher.” A obsessão masculina com as nádegas femininas data do alvorecer do Homo sapiens, se não mesmo do seu predecessor, o Homo.
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2014.11.23 22:59 jovemnerdoab Você acredita no natal? Leia este texto e tire

Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança. Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de “nascimento” do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência. A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o “renascimento” do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano. A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno – pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, esse culto é o que daria origem ao nosso Natal. Ele chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império. Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. “O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes”, dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome (“Religiões de Roma”, sem tradução para o português). Os mais animados se entregavam a orgias – mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.
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